O Anjo do Outono

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O outono está sob a influência de Mikhaël, o arcanjo do Sol na séfira Tiphéreth. O seu nome significa «Quem é como Deus?» Com efeito, uma tradição refere que, quando Lúcifer, no seu orgulho, afirmou ser igual a Deus, este arcanjo, erguendo-se perante ele, gritou: «Quem é como Deus?». E, a partir daí, foi esse o seu nome.
Todos os anos, a 22 de setembro, o Sol entra na constelação da Balança. Numerosos quadros e ícones representam o arcanjo Mikhaël com uma balança na mão, pesando os atos dos humanos após a sua morte: os bons são postos num prato, os maus no outro, e ele espera para ver quais farão pender a balança. A balança é o instrumento do julgamento, e o outono é ele próprio, de certa forma, a estação do julgamento: colhe-se os frutos maduros, faz-se uma escolha e guarda-se apenas os bons.
Este trabalho de separação, de triagem, que ocorre na natureza, é também o que Hermes Trismegisto refere na Tábua de Esmeralda quando diz: «Separarás o subtil do espesso com grande perícia», isto é, com grande cuidado. Separar o subtil do espesso é separar o espiritual do material. O Iniciado, que participa com o seu espírito no trabalho de toda a natureza, sabe quando chega o momento de deixar morrer a matéria obscura que ainda permanece nele, a fim de libertar a verdadeira vida.”

Pensamento do dia, Omraam Mikhail Aivanhov
(Livros do Mestre Omraam à venda na Loja Zen )

Justiça Divina

Dar a outra face, mas…

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“Alguém vos fez mal… Ainda que seja difícil, aprendei a perdoar. Tende fé e confiança no poder das entidades luminosas do mundo invisível, que estão sempre prontas a dar-vos os meios para recuperardes a força e a coragem quando trabalhais segundo as suas leis.
Se pensais que a pessoa que vos fez mal merece mesmo receber uma lição, dirigi-vos a essas entidades. Dizei: «Tal pessoa fez-me isto e aquilo e, por causa dela, estou a sofrer, tenho grandes dificuldades (e podeis até expor quais são, se quiserdes). Peço a vossa intervenção para que o mal seja reparado.» Apresentais assim uma queixa no Céu como o fazeis nos tribunais, e então o Céu verá como deve agir. Mas vós, em todo o caso, não procureis vingar-vos.
Não quero dizer com isto que se deve acabar com os juízes, os tribunais, as sanções, e deixar os malfeitores tranquilos, esperando que, um dia, a justiça divina se ocupe deles! Não, que os juízes e os tribunais façam o seu trabalho… e se esforcem por fazê-lo o melhor possível, pois é um trabalho muito difícil. Eu apenas estou a chamar a vossa atenção para alguns aspetos da vida espiritual.”

Pensamento do dia, Omraam Mikail Aivanhov
(livros do Mestre Omraam à venda na Loja Zen)

Super Lua Cheia em Peixes

Esta Lua Cheia de setembro é também conhecida por Lua das Colheitas – Harvest Moon.

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Não é a maior das superluas mas será a mais brilhante e vai concerteza afectar-nos de alguma forma, com o seu ponto alto às 2.38h do dia 9.

A energia desta Lua empurra-nos a encontrar equilíbrio na nossa vida. Estamos perto do equinócio de outono. Devemos olhar para as áreas da nossa vida que estão fora dos eixos e perguntar o que podemos fazer para recuperar. É tempo também para gratidão, agradecer à Mãe Terra por tudo o que nos tem proporcionado, sem pedir nada em troca. Podemos fazer isto de muitas formas, em grupo com amigos, reunindo a família, ou simplesmente num passeio tranquilo pela natureza dando graças em silêncio, acarinhando a Mãe Terra que nos alimenta e nos dá vida.

Esta lua traz consigo uma energia profunda e feminina, com as águas de Peixes prontas para limpar o nosso reino emocional. Há que aproveitar este potencial de cura interior. Todo este potencial pode trazer à tona alguns assuntos relacionados com a infância, o passado ou algum ponto mais cinzento da nossa vida, por isso é importante olhar para velhas feridas, sofrimento, negação, padrões de dependência (a vários níveis) e vitimização.
A juntar a tudo isto, temos Quiron no perigeu, o ponto em que a sua órbita está mais perto da Terra, amplificando toda a sensibilidade que anda no ar e mostrando mesmo as feridas que não queremos ver. Cuidado com alguma raiva adormecida e todos aqueles sentimentos que reprimimos… Há que tomar consciência para nos libertarmos e conseguirmos fazer um verdadeiro processo de cura interior.
A energia está no ar, as ferramentas estão aí, vamos usá-las, sentir gratidão e pensar positivo!

Os falsos transtornos mentais

20 milhões de crianças e adolescentes são etiquetados com “transtornos mentais”, com base apenas numa lista de comportamentos. Sem exames, radiografias, testes genéticos ou de sangue, que podem demonstrar que são “doentes mentais” (e até isto é altamente questionável).
No entanto, estas crianças são estigmatizadas para a vida, rotuladas como tendo transtornos psiquiátricos e a quem são prescritos medicamentos químicos fortes. A dependência infantil de drogas é uma indústria de cerca de 4,8 mil milhões de dólares por ano. Note-se que esta indústria se baseia em rótulos e dependência das crianças com fins lucrativos.

Com todas as “nuances” que esta questão pode ter, há que reflectir e parar com esta injecção de químicos! Um mundo novo requer um novo olhar.

Remover obstáculos, celebrar novos inícios

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É nesta época que começa Ganesha Chaturthi, festividades que honram a corrente auspiciosa de novos inícios. Ganesh é também Ganapati, o Senhor das “bestas”, das coisas selvagens, a natureza pura que nutre as fundações vitais a um bom começo.

Ganesh, o deus metade elefante, metade menino, é uma divindade muito amada e frequentemente celebrada pelos hindus, já que é o deus da Boa Fortuna, garantindo prosperidade a todos os que o veneram.
É também o deus que derruba obstáculos de ordem material ou espiritual. Em toda a Índia de cultura hindu, Ganesh é o primeiro deus colocado em qualquer casa ou templo.


Vamos aproveitar esta corrente para que ela flua nutrindo um ano de começos auspiciosos na nossa vida.
Om Ganapataye Namah!

 

Foto amorosamente cedida por O Meu Yoga

Dar e Receber

A Lei da Abundância numa resposta simples dada por Deepak Chopra.

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Pergunta:

Olá Deepak,
Em As Sete Leis Espirituais do Sucesso, diz-se que devemos dar para receber. Se dermos dinheiro (com alegria e amor), o universo irá responder com mais dinheiro. Certo? Mas será possível transmutar essa energia? Por exemplo, dar “comida” e desejar de forma consciente quaquer outra coisa em troca, por exemplo, “dinheiro”. Este tipo de transmutação é possível?

Resposta:

Dar é na verdade apenas deixar fluir o teu ser amoroso para os outros. Quando isso acontece, põe em acção um fluxo de energia de apoio que volta na tua direcção. Quando se diz que devemos dar para receber, não é dar com o propósito de receber algo em troca. É antes uma forma de explicar como funciona a abundância da vida.  Se sentires que não estás a receber esse fluxo de abundância, então a primeira coisa a perguntar é se estás a criar um fluxo de dádiva a partir de ti. Não precisas de manipular ou controlar aquilo que estás a dar. simplesmente dá o que podes com o coração cheio. E não tentes controlar também aquilo que recebes. Sente a certeza de que automaticamente receberás aquilo de que precisas.

 

Amor,
Deepak

Feira Medieval Belmonte 2014

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