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Lua Cheia em Capricórnio, Sol em Caranguejo

A luta pelo equilíbrio.


A Lua Cheia é habitualmente o período mais intenso do ciclo lunar. A energia desta fase pode sentir-se na semana anterior ao pico da Lua Cheia e pode ser desafiante em vários aspectos da nossa vida quotidiana.

Tal como na Lua Nova, podemos semear intenções na Lua Cheia, com a diferença que estas intenções deverão ser relacionadas com as coisas que queremos deixar para trás, se houver necessidade disso. Se sentir que há algo na sua vida que precisa de largar, então aproveite esta fase para um efeito mais poderoso. A energia da Lua Cheia pode também ser usada para “detox”.

Nesta Lua Cheia vamos sentir o braço de ferro entre Caranguejo e Capricórnio. Caranguejo é altamente emocional, gosta de cuidar, nutrir e é orientado para família. Trata das ligações emocionais com os outros mas tem o seu lado sombrio e pode tornar-se excessivamente carente e manipulador para conseguir a afectividade que procura.
Capricórnio é mais direccionado para o trabalho, ambicioso, prático e “pés na terra”. As suas prioridades são as responsabilidades, vida social, dever, carreira e segurança financeira, enquanto Caranguejo dá primazia à vida doméstica, à família e à segurança emocional. Quando o Sol e a Lua se opõem nestes signos, vemos estas duas energias debater-se.

O Sol em Caranguejo representa o ego e energia masculina, com Marte por perto a dar um toque de agressividade no querer. A Lua em Capricórnio a movimentar-se em direcção a Plutão retrógrado, pode indicar uma potencial transformação emocional.

A Lua pode também criar circunstâncias que nos confrontarão com a necessidade de criar um novo equilíbrio entre as nossas responsabilidades sociais e profissionais e a nossa vida familiar e ligações emocionais. Pode ajudar-nos a transformar a forma como procuramos segurança emocional ou a encontrarmos um novo sentido de poder pessoal em relação a tudo isto. O momento é também propício a encontrar apoio espiritual ou cura e transformação a nível espiritual.

Tire partido desta Lua Cheia para sentir o que é que precisa de libertar na sua vida, lance as intenções do que precisa de preferência nas 24 horas seguintes ao pico da Lua Cheia. É um bom momento para reflectir sobre as mudanças que precisamos de fazer para conseguir equilíbrio entre os aspectos emocionais da nossa vida e as questões ligadas ao campo profissional e responsabilidades sociais.

Na semana que se segue, é uma boa altura para iniciar ou planear acções de “desintoxicação” e limpeza profunda, seja a nível físico ou a nível emocional.

(Pico desta Lua Cheia: quinta-feira, 2 de Julho de 2015 às 03:19:36)

O dia mais longo do ano

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Começou, no hemisfério Norte, o dia mais longo do ano, onde se esperam subidas das temperaturas máximas. É o Solstício de Verão, data mágica para muitos, tempo de fadas e druidas.
No Sul de Inglaterra, na planície de Salisbury, recordam-se crenças e culturas antigas, e Stonehenge é, por excelência, um dos locais de culto para a celebração desta data.

Por isso, mais de 20 mil pessoas se reunem à volta do monumento milenar, durante toda a noite, para ver nascer o Rei Sol.
O responsável pelo local, Peter Carson, recorda que “no círculo de Stonehenge, com mais de cinco mil anos, existe um alinhamento que acompanha os raios do Sol nascente, que descreve a antiga linha da procissão”. Esta linha, acreditavam os druidas, tinha poderes mágicos. Era, ao mesmo tempo, um cemitério, um calendário astronómico e um templo. Foi construído entre 3000 e 1600 anos antes de Cristo.

Diferenças entre religião e espiritualidade

‘Religião é a crença baseada na experiência de alguém. Espiritualidade é ter a sua própria experiência.’
– Deepak Chopra 

Dizer aos outros que somos espirituais mas não religiosos costuma dar origem a caras confusas. As pessoas em geral acham que a espiritualidade é algo muito estranho e misterioso. Até têm dificuldade em distingui-la da religião mas isso é porque hoje em dia, nas sociedades modernas, as pessoas têm receio de ser manipuladas e têm muita falta de conhecimento no que toca a assuntos não-materiais.

A verdade neste tema é que a espiritualidade é talvez a coisa mais natural que existe, é simplesmente a nossa consciência ao reconhecer que somos mais do que apenas um corpo físico, que somos uma alma com potencial infinito.

Para simplificar esta explicação, aqui fica uma lista de tópicos que ajudam a distinguir as diferenças entre religião e espiritualidade.

1. A espiritualidade não tem regras.

Por oposição a seguir uma ideologia específica ou um conjunto de regras, a espiritualidade segue o coração, encoraja a ouvir a intuição e faz o que é correcto para si mesmo e para quem está em redor. Dá liberdade para sermos o melhor que pudermos ser e ser uma boa pessoa sem promessa de recompensa ou castigo. A recompensa é simplesmente a felicidade interior.

2. Espiritualidade baseia-se apenas no Amor e não no medo.

A religião está pontilhada de medo. Medo das consequências das nossas acções, medo do que poderá acontecer depois da morte se não vivermos a vida em concordância. Bem, na espiritualidade há apenas Amor, e o encorajamento para focarmos toda a nossa energia naquilo que é bom, e que as nossas acções tenham por base apenas o Amor.

Este é o ponto chave, já que qualquer escolha baseada no medo não será boa para a alma. Ao contrário, decisões tomadas em Amor reforçam o poder pessoal, tornam-nos mais corajosos e alimentam a alma. Mostram como enfrentar situações apesar de ter medo, como seguir em frente com aquilo em que acreditamos sejam quais forem as consequências que daí possam advir.

3. A religião diz a verdade – a espiritualidade deixa-nos descobri-la.

Por oposição a dizer preto no branco como foi criado o universo é porque estamos aqui, a espiritualidade deixa-nos descobrir todas as perguntas e respostas. Isso incentiva-nos a encontrar a nossa própria verdade em todas as coisas e não ter limites quando à profundidade da compreensão de tudo o que nos rodeia.

4. A religião cria separação, a espiritualidade cria união.

Por todo o mundo existem muitas religiões e cada uma delas defende que a sua história é a história correcta. A espiritualidade observa a verdade em cada uma delas e cria união, porque a verdade é só uma, sejam quais forem as nossas diferenças. O foco deve ser a qualidade da mensagem divina que partilham e não as diferenças nos detalhes da história que professam.

5. A diferença entre karma e castigo

Em vez de falar sobre castigo ou a ameaça do inferno, a espiritualidade fala apenas em karma. É a lei da acção, aquilo que dás é aquilo que recebes. Simples.

6. Segue o teu próprio caminho

Em vez de histórias antigas sobre anjos e deuses, a espiritualidade incentiva a fazermos o nosso próprio caminho e criar as nossas próprias histórias. Isto embarca-nos numa jornada de iluminação e auto-descoberta na qual os únicos limites são impostos por nós mesmos. Somos encorajados a confiar e seguir o coração seja qual for o percurso onde este nos leve.

Se olharmos para a religião, tudo decorre de uma enorme espiritualidade. Jesus e o Profeta Maomé, por exemplo, tiveram jornadas profundamente espirituais antes de embarcarem nas suas próprias caminhadas. Por isso acreditamos que todas as religiões tem algo de verdade, e que muitas pessoas podem ser almas lindas e muito religiosas ao mesmo tempo mas em última análise, tudo o que cria divisão não é bom para a alma e decididamente também não é bom para o bem maior da humanidade.

A espiritualidade lembra-nos que não estamos separados, que não há fronteiras, não há raças nem divisões culturais. A verdade é que estamos todos ligados a única constante é o Amor.

– texto original de Kasim Khain

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“Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas ao tocar uma alma humana, seja apenas outra alma humana.”

Carl Gustav Jung

Dia Mundial do Tarot – 25 de Maio

Hoje é Dia Mundial do Tarot.

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“Pessoalmente, comemoro dentro de mim com alegria aquilo que o Tarot me trouxe e me continua a dar todos os dias… Apesar dos olhares desconfiados, das frasezinhas de escárnio ou dos comentários do género “ah pois, tu agora andas metida nessas coisas”. Faz parte, já sabemos.

Viver o Tarot é uma caminhada de auto consciência e partilha com os outros desse mesmo estado de consciência, é estar em permanente aprendizagem, é descobrir os recantos da alma humana e da nossa essência.
Como diz o querido Nei Naiff, com quem tanto aprendo e que tanto admiro, “O auto conhecimento é a única evolução!”

Escolhi uma imagem da carta Força, do baralho criado por The Art of Stephanie Pui-Mun Law, que reflecte sentimentos de compaixão, determinação, força temperada e inteligente, que bem preciso nesta caminhada.
Bem haja todos os que estão ao meu lado e abraço a todos os amantes do Tarot!”

– Ana Vitoria
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O trabalho do terapeuta


“O trabalho do terapeuta não é o de curar seja o que for ou quem for.
O trabalho do terapeuta é apenas o de lembrar ao paciente o que ele esqueceu.

É lembrar que ele é responsável pela sua felicidade, pelas suas escolhas e pela qualidade da sua energia e vida no geral.

Terapia por isso não é mais do que alguém nos devolver ao nosso trilho, nos relembrar a força que temos e de nos ajudar a acreditar que se não formos nós a conseguir, ninguém poderá ser feliz por nós.

Mais ainda do que ajudar a resgatar a força para continuarmos a nossa caminhada, o verdadeiro trabalho do terapeuta é ajudar o seu paciente a entender os eventos por que passa. Não só a um nível mental, mas principalmente a um nível Espiritual. Não há nada que tranquilize mais do que dar significado aos acontecimentos por que passamos e sentir mentalmente, emocionalmente, espiritualmente e até astrológicamente o quanto a experiência humana é sagrada. Recordar as perdidas Leis Universais é falar a linguagem da Alma, é aproveitar a experiência humana para uma enorme transformação prevista antes do nosso nascimento, é dar um sentido e propósito a tudo o que passamos. Só assim podemos assumir a responsabilidade pela nossa felicidade. E não há nada mais importante do que isso.”

Vera Luz

http://www.veraluz.pt

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