A crise e as manifestações

Serão manifestações e protestos a forma mais criativa de ultrapassar a crise? Uma reflexão da astróloga Ruth Fairfield para uma nova perspectiva sobre estes tempos difíceis…

“Hoje sinto que devo falar de algo que há muito ando a analisar, um tema sobre o qual devo devolver uma outra perspectiva e visão – a revolta do povo português e a verdadeira acção criativa que poderemos accionar, quer seja pelo poder da palavra, quer seja pelo acto de responsabilidade em consciência de unidade.

Costumo dar um exemplo muito prático da ilusão de Unidade do inconsciente colectivo, numa manifestação de grupo: num jogo de futebol, quando alguém diz “fora o árbitro”, logo se inicia um movimento de adesão ao grito que exalta a massa humana. Se fores questionar algumas dessas pessoas, constatas que, afinal, muitos nem perceberam bem o que o árbitro fez, mas por fidelidade ao clube e por sentirem a força do grupo, gritam também… Essa é a força energética do movimento grupal.
Se 10 % dos portugueses ousassem unir-se em meditação e se organizassem em massa com o propósito de energizar os governantes no sentido de criarem uma estrutura que tivesse a essência de servir o melhor para o povo, seria o suficiente para eles terem oportunidade de receber energia para criar a mudança…
Agora imaginem a carga energética negativa que se está a criar e que  impossibilita que haja uma resposta criativa por parte dos governantes… criticismo, julgamento, revolta, não são essências criativas…
Calar é omitir a verdade que sentimos, algo típico da energia de peixes – mártires perfeitos…
Ousar fazer a diferença é precisamente, assumir a responsabilidade de começar a falar, escrever, sobre este tema e a necessidade de nos unirmos para essa força criativa e não na massa dos revoltados… OUSAR A DIFERENÇA é isso…
A estrutura está em decadência e mudança, tal como o homem, e essa é apenas uma componente da inteligência da unidade da estrutura sistémica… fazer manifestações de paz, com a carga de “nós somos bonzinhos”, tem a máscara dos mártires e vítimas…
Assumir trabalhar, doar-se para ser uma intervenção energética dentro da estrutura, isso sim é assumir o poder pessoal e aderir à mudança…
Nada fazer e reclamar é típico do povo português. Portugal tem a matriz de Peixes e nós somos responsáveis pelo facto da nossa passividade ter conduzido a uma estrutura de poder que responde com a mesma energia… eles refilam refilam , mas nada fazem…
Os tempos são de mudança e a energia de Peixes, que é a energia de Portugal, é a de se revoltar quando já permitiram tudo e depois transformam-se em vítimas… e isso dá sangue, essa revolta traz sofrimento…
É exactamente a energia que está em transição, por isso faz sentido quando, nos escritos esotéricos, se fala da importância de Portugal na redescoberta de um novo poder mundial. Outrora foram os descobrimentos, agora poderá ser o renascimento em força do exemplo da mudança…
Pensemos nisto e meditemos.”
Um Profundo Abraço
Ruth Fairfield

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: