Diz-me o que atrais, dir-te-ei quem és

Para reflectir sobre aqueles episódios da nossa vida que nem sempre entendemos…

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“Ainda continuo a sentir as pessoas a falar dos seus dramas como se de castigos divinos se tratassem e como se fossem decretos finais do velho e ameaçador Deus religioso.

Vai levar o seu tempo até despersonalizarmos a noção do divino que ainda temos e mudá-la para o simples conceito de que tudo é simples energia em constante mudança de frequência e vibração.

A Vida deu-nos a liberdade de fazermos uso da nossa energia pessoal e de experienciá-la das mais variadas maneiras.
Desde as frequências mais baixas às mais elevadas.

Não existe castigo nem punição.
Apenas energias atraindo energias com vibrações idênticas.

Tal como apenas duas pilhas de frequência igual funcionam na mesma máquina, também a nossa energia atrai frequências idênticas para se conhecer.

Por ex. Uma das intenções que fizemos na Fonte foi escolher vir aprender/sentir/experienciar a tristeza. (pode ser medo, injustiça, insegurança, coragem, etc.).
Aquela frequência energética irá fazer atrair pessoas e experiências que reforcem a tristeza até que a reconheçamos, aceitemos, experienciemos e processemos emocionalmente. Só depois de feito este processo poderemos então e quando assim entendermos, escolher conscientemente sair dessa vibração, ajustar a nossa escala e escolher uma experiência nova.

A dinâmica energética acontece, seja ela consciente ou inconsciente.

Não é um castigo nem um azar que esse tipo de situações se repitam nas nossas vidas, como a nossa mente tantas vezes nos sugere.
É apenas a energia a seguir as suas regras de atracção.
Imaginemos uma escala emocional de 0-10.

‘0’ corresponde à indiferença, raiva, pânico.

‘3’ corresponde à tristeza, medo, insegurança.

‘5’ corresponde a alegria, esperança, optimismo

‘7’ corresponde à coragem, força, segurança

’10’ corresponde ao amor, fé, valorização pessoal

Todos gostamos de pensar que estamos no 10, certo?
A tua consciência te dirá em que número estás…

No entanto nós não atraímos o que queremos, o que gostávamos, o que acreditamos ou sequer o que pensamos.
Atraímos o que quer que esteja na mesma frequência emocional da nossa energia.
E pelo que tenho observado quando questiono às pessoas “Em que estado de 0-10 está a tua valorização pessoal e amor próprio”?, os números são honesta mas ridiculamente baixos.

Aliás hoje, mais do que nunca, a verdade virá facilmente ao de cima e por isso basta-nos olhar para a qualidade dos desafios e das pessoas que cada um anda a atrair para termos uma ideia sobre a frequência energética e emocional em que cada um está.

Infelizmente a educação que nos deram ficou-se pela triste e deprimente ausência total de consciência deste processo, pela desresponsabilização de que a nossa energia co-cria a nossa realidade e como tal podemos alterá-la e pelo simples julgamento negativo do outro sem percebermos que o outro está na nossa realidade pois encontra-se na nossa vibração.

Esta falta de “noção do eu” e do processo de “atracção”, do que somos (energia), do poder que temos (de co-criar e mudar a realidade), tornou-nos presas fáceis do manipulador ego que resiste a todo e qualquer processo de consciência.

Seja do reconhecimento das nossas sombras ou vibrações mais baixas.
Seja do reconhecimento da nossa luz ou das vibrações mais altas.

Por isso nos tornamos agressivos quando nos apontam uma sombra.
e resistimos envergonhadamente quando nos mostram a nossa luz.

O grande processo de auto-conhecimento começa então com a simples pergunta:
Ainda continuo a sentir as pessoas a falar dos seus dramas como se de castigos divinos se tratassem e como se fossem decretos finais do velho e ameaçador Deus religioso.

Vai levar o seu tempo até despersonalizarmos a noção do divino que ainda temos e mudá-la para o simples conceito de que tudo é simples energia em constante mudança de frequência e vibração.

A Vida deu-nos a liberdade de fazermos uso da nossa energia pessoal e de experienciá-la das mais variadas maneiras.
Desde as frequências mais baixas às mais elevadas.

Não existe castigo nem punição.
Apenas energias atraindo energias com vibrações idênticas.

Tal como apenas duas pilhas de frequência igual funcionam na mesma máquina, também a nossa energia atrai frequências idênticas para se conhecer.

Por ex. Uma das intenções que fizemos na Fonte foi escolher vir aprender/sentir/experienciar a tristeza. (pode ser medo, injustiça, insegurança, coragem, etc.).
Aquela frequência energética irá fazer atrair pessoas e experiências que reforcem a tristeza até que a reconheçamos, aceitemos, experienciemos e processemos emocionalmente. Só depois de feito este processo poderemos então e quando assim entendermos, escolher conscientemente sair dessa vibração, ajustar a nossa escala e escolher uma experiência nova.

A dinâmica energética acontece, seja ela consciente ou inconsciente.

Não é um castigo nem um azar que esse tipo de situações se repitam nas nossas vidas, como a nossa mente tantas vezes nos sugere.
É apenas a energia a seguir as suas regras de atracção.

Imaginemos uma escala emocional de 0-10.

‘0’ corresponde à indiferença, raiva, pânico.

‘3’ corresponde à tristeza, medo, insegurança.

‘5’ corresponde a alegria, esperança, optimismo

‘7’ corresponde à coragem, força, segurança

’10’ corresponde ao amor, fé, valorização pessoal

Todos gostamos de pensar que estamos no 10, certo?
A tua consciência te dirá em que número estás…

No entanto nós não atraímos o que queremos, o que gostávamos, o que acreditamos ou sequer o que pensamos.
Atraímos o que quer que esteja na mesma frequência emocional da nossa energia.
E pelo que tenho observado quando questiono às pessoas “Em que estado de 0-10 está a tua valorização pessoal e amor próprio”?, os números são honesta mas ridiculamente baixos.

Aliás hoje, mais do que nunca, a verdade virá facilmente ao de cima e por isso basta-nos olhar para a qualidade dos desafios e das pessoas que cada um anda a atrair para termos uma ideia sobre a frequência energética e emocional em que cada um está.

Infelizmente a educação que nos deram ficou-se pela triste e deprimente ausência total de consciência deste processo, pela desresponsabilização de que a nossa energia co-cria a nossa realidade e como tal podemos alterá-la e pelo simples julgamento negativo do outro sem percebermos que o outro está na nossa realidade pois encontra-se na nossa vibração.

Esta falta de “noção do eu” e do processo de “atracção”, do que somos (energia), do poder que temos (de co-criar e mudar a realidade), tornou-nos presas fáceis do manipulador ego que resiste a todo e qualquer processo de consciência.

Seja do reconhecimento das nossas sombras ou vibrações mais baixas. Seja do reconhecimento da nossa luz ou das vibrações mais altas.
Por isso nos tornamos agressivos quando nos apontam uma sombra.
e resistimos envergonhadamente quando nos mostram a nossa luz.

O grande processo de auto-conhecimento começa então com a simples pergunta:

– Quem sou eu?

Não quem os outros dizem que sou ou acham que eu deveria ser, mas simplesmente e conscientemente, quem EU SINTO que sou. Quem eu tenho consciência de ser, de todas as parte que mostro e não mostro ao mundo.
Ou seja, que consciência já tenho das minhas sombras e dos meus potenciais (luz).

Só depois de consciente esta resposta, validada pelas várias energias que nos rodeiam, podemos então escolher:

– Quem eu quero ser?

Será então este ajuste emocional e vibracional da energia interior que irá mudar as energias exteriores.
A nossa energia cria a nossa realidade. De nada nos serve lutarmos contra a realidade sem a noção de que ela é co-criada por nós.
Tanto o que ela espelha de melhor como o que espelha de pior.

Nesta visão da realidade excluem-se todos os conceitos de:
Sorte, Azar, Vitmização, Culpa, Julgamento, “se…”, “quando…”, castigo, “mau karma”

Ficam então 3 perguntas que se assim o permitires, poderão ser o principio de um novo padrão e de uma nova qualidade de vida;

“Quem és tu?”

“Quem é que queres ser?”

“O que estás a fazer para subir a tua vibração?”

Abraços
Vera Luz

(texto original aqui)

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